SÉRIE "VOCÊ SABIA"? | EPISÓDIO 3
VOCÊ SABIA DISSO? ....?
O ÔMEGA-3 PODE REDUZIR A "NÉVOA CEREBRAL" NA FIBROMIALGIA?

O ÔMEGA-3 PODE REDUZIR A "NÉVOA CEREBRAL" NA FIBROMIALGIA?

Sim, os ácidos graxos ômega-3 podem reduzir a "névoa cerebral" na fibromialgia, pois têm um efeito anti-inflamatório e podem melhorar a comunicação neuronal, o que leva ao aumento da concentração e da memória
A verdade científica por trás disso:



Leia este estudo 👉 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36381743/ A ingestão de ácidos graxos ômega-3 melhora a capacidade de aprendizado, a memória, o bem-estar cognitivo e o fluxo sanguíneo para o cérebro. Os tratamentos com ômega-3 são benéficos, bem tolerados e sem riscos. As pessoas mais solitárias, os idosos e as pessoas que consomem menos alimentos saudáveis contendo ácidos graxos ômega-3 podem se beneficiar da suplementação de ômega-3. Recomendamos promover o consumo natural de ácidos graxos ômega-3 por meio da dieta.
Solução cientificamente comprovada:


BalanceOil+ da Zinzino restaura o equilíbrio entre ômega 6 e ômega 3.
Seu primeiro passo para diminuir a dor
Peça agora o Premier Kit com BalanceOil+ e BalanceTest - e sinta a diferença em 120 dias.
Adquira já seu PREMIER-KIT (conjunto de teste e BalanceOil+)
Entrega em 3 a 5 dias
Frete grátis | ✅ 100% sem risco | ✅ Validado cientificamente

Compartilhe este artigo com as pessoas afetadas:
"Você sabia? Um simples exame de sangue pode mostrar por que sua dor não está melhorando. #Fibromialgia 1TP5Dor Crônica #Omega3"


Observação sobre o conteúdo desta série: As perguntas desta minissérie são baseadas em consultas reais de pesquisa no Google (em alemão) e foram traduzidas para outros idiomas usando o TranslatePress. O processo de tradução pode resultar em pequenas diferenças no idioma ou no conteúdo. As perguntas e respostas originais estão em alemão. Nós nos esforçamos para ser o mais precisos possível, mas não nos responsabilizamos por quaisquer imprecisões ou mal-entendidos que possam surgir da tradução automática. O conteúdo científico e as recomendações permanecem inalterados e são baseados em estudos atuais (por exemplo, PubMed, PLOS One).
